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Opiniões sobre o livro

NOVIDADE! Resenha do livro no periódico Tradução em Revista (PUC-Rio), nº 17, 2014/2, p. 107-109. [Disponível em: http://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/trad_em_revista.php?strSecao=input0 ] ---- Danilo Nogueira e Kelli Semolini


Resenha do livro no periódico Cadernos de Tradução (UFSC), nº 33, p. 341-365, Florianópolis, jan/jun/2014/1 [Disponível em: http://dx.doi.org/10.5007/2175-7968.2014v1n33p361 ] ---- Juliana Steil, professora da Universidade Federal de Pelotas (UFPel)


NOVO! Jornal O Liberal, Caderno Atualidades. "Direito Romano é imortal"  [...] Luciana Carvalho Fonseca, advogada e professora de Tradução Jurídica na PUC/São Paulo, é minha ex-aluna, que, desde o bancos universitários, indicava seu futuro promissor. Dela recebi, com gentil dedicatória, o livro "Inglês Jurídico - tradução e terminologia", editora Lexema-SP. Estou lendo o texto, com verdadeiro encantamento. Está excelente a distinção que a autora faz entre 'common law' (sistema jurídico anglo-americano) e 'civil law' (sistema romano-germânico, do qual faz parte o direito brasileiro) [...].---- Zeno Veloso, jurista.


"Luciana Carvalho Fonseca tem três qualidades: sabe, sabe ensinar, quer ensinar. Seu “Inglês Jurídico" é prova evidente disso. Um livro único em português; único e indispensável, para quem faz tradução jurídica. Na aparência, é muito simples: pouco menos de 300 páginas, com uma diagramação limpa e arejada, onde a autora recolhe versões revisitadas dos artigos que publica na Web.

O conteúdo é muito rico. Nas primeiras trinta e poucas páginas do miolo, analisa temas genéricos, como a história dos binômios, que vai ser uma surpresa agradável para muito tradutor jurídico desesperado, e o uso dos tempos verbais, problema aparentemente simples, mas que atormenta a muitos de nós.

O restante do livro é dedicado a questões terminológicas mais específicas. Os exemplos são claros e bem traduzidos." ---- Danilo Nogueira (Blog: Tradutor Profissional Copie e cole para ler o texto todo: http://www.tradutorprofissional.com/o-ingles-juridico-da-luc 19/5/15)

 

"Gostei de ver que não se trata de mais um dicionário de termos jurídicos. Foi extremamente feliz a concepção de uma obra de utilidade imediata para especialistas – principalmente os advogados/escritórios de advocacia,, multinacionais, firmas e corporações que têm ou precisam ter representação ou contratos no Brasil. Nem falar da importância de um instrumento destes na era da globalização. E você, além disso, foi acumulando uma fonte de primeira mão no trabalho de responder a consulentes pela internet.

A tudo isso eu acrescentaria (como fez o seu amigo autor da excelente Apresentação) o tom amistosamente ameno de quem está ensinando a colegas que não têm o seu domínio do inglês, e menos ainda do inglês da especialidade. [...]

Eu teria duas observações:

Primeiro: Não me cabe opinar sobre a sua metodologia, especialmente porque, como já disse, tratando-se de obra inovadora (creio que pioneira, digo, mesmo sem estar familiarizado com a bibliografia da sua especialidade), you know better como deveria dispor o seu material. Só me atrevo a observar que a parte teórica e histórica de explicação das diferenças entre os dois sistemas jurídicos está muito boa, mas por isso mesmo talvez merecesse um capítulo introdutório à parte, talvez um pouco mais desenvolvido. Por exemplo, aí se poderiam encaixar a explicação da Common Law e a ótima lição sobre o papel da Supreme Court (no capítulo sobre Direito Constitucional). Essa partição atenderia ao consulente menos interessado em se aprofundar em pesquisa erudita ou em conhecer a história e as características da Common Law e da estrutura do Judiciário americano (ou do britânico), ou ao apressado que só quer encontrar uma equivalência ou elucidar rapidamente uma dúvida semântica.

Para isso, acho que seria conveniente, ou mesmo indispensável, um índice remissivo – que, creio, não requereria uma nova edição, mas apenas seria adicionado em uma reimpressão. Veja por quê: Tive a curiosidade de ver se constava do livro a palavra de um dos últimos e-mails do TradJuris, *statutory*: procurei ver se constava do livro (provavelmente não estaria lá, porque este é anterior): pois não pude fazer a busca, e só encontrei o adjetivo quando cheguei à pág 182 (mas não como entrada independente). Um word index sem dúvida aumentaria a utilidade de uma obra dessa natureza." ---- Agenor Soares dos Santos, autor do Guia Prático de Tradução Inglesa


"I’ve just purchased your book “Inglês Jurídico". Congratulations, an absolute mine of information and it could come in handy over the next few days" --- Liam A. Gallagher , tradutor e intérprete


"Estou com meu exemplar e muito feliz por ver que vc sempre vai além!!! Você é uma grande artista com suas palavras, nessa obra de conteúdo singular, vc exemplifica a simplificação da complexidade, orienta e compartilha para somar e ficar! Seu afeto declarado no prefácio cria o vínculo mais que perfeito entre autor e obra e faz faiscar a mente de uma já grande admiradora sua! Que este seja o primeiro de muitos... Parabéns." --- Valéria Borges, tradutora juramentada e intérprete

 

"Oi, Luciana, Escrevo para agradecer, pois o seu "Inglês Jurídico" acaba de solucionar uma dúvida minha na tradução de um contrato! O termo em questão era "Contrato de Fiança". Encontrei a informação muito bem explicadinha e straight-to-the point." --- Eliane Fernandes, tradutora e intérprete

"Terminei a leitura do livro “Inglês Jurídico" da Luciana Carvalho. Gostei muito. O livro é interessante sob vários aspectos. Ainda que aqui e ali fiquemos com a orelhinha em pé, perguntando aos nossos botões se não poderíamos dizer a mesma coisa de outra maneira, o que é natural entre nós, no todo, acho que vale muito a pena adquiri-lo. Gostaria de chamar a atenção para dois capítulos particularmente enriquecedores, a saber: os que tratam das palavras “reasonable" e “warrant". Luciana explora seus múltiplos sentidos, apresentado inúmeros exemplos e respectivas traduções. Eu destacaria ainda o subtítulo “Warrant como verbo" e as sugestões de tradução, que são bem inusitadas. Ao ler esses exemplos, nos damos conta do quanto precisamos lutar constantemente para fugir da literalidade ou das acepções mais costumeiras. Quem quiser ter uma ideia das muitas possibilidades para esses termos, as postagens que deram origem aos respectivos capítulos estão no site Migalhas, embora sem a tradução dos exemplos (o livro é uma compilação dessas postagens com tradução dos exemplos e algumas modificações). Luciana tem o condão de instigar a curiosidade dos leitores, tanto no que diz respeito ao conhecimento do Direito, em geral, como em cotejar as sugestões com outras fontes." Teresa Maria Freixinho, tradutora profissional
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